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  • Manter a concentração ideal do fluido solúvel entre 5% e 10% é crucial para garantir lubrificação eficiente e evitar desperdícios financeiros.
  • Monitorar o pH do fluido solúvel entre 8.5 e 9.5 previne corrosão, odores desagradáveis e problemas de saúde aos operadores.
  • Remover continuamente o tramp oil com skimmers evita contaminação, melhora a oxigenação do fluido e mantém a eficiência térmica na usinagem.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

Na usinagem moderna, a busca pela eficiência é constante. Cada segundo economizado no ciclo de uma peça e cada minuto a menos de máquina parada para troca de ferramenta representam um ganho direto na competitividade da indústria.

Embora a geometria da ferramenta e os parâmetros de corte (velocidade e avanço) recebam muita atenção, há um protagonista que muitas vezes é negligenciado: o fluido solúvel.

Um fluido de corte mal gerenciado não causa apenas mau cheiro ou oxidação; ele drena a rentabilidade da operação. Para transformar esse cenário, reunimos três dicas fundamentais para otimizar seu processo de usinagem utilizando a tecnologia da Ecolub Química.

1. Acerte a concentração: o equilíbrio entre proteção e economia

Um dos erros mais comuns em oficinas de usinagem é a falta de controle sobre a concentração do fluido solúvel. Muitos operadores adicionam água ou óleo “no olho”, o que é extremamente arriscado.

  • O risco da baixa concentração: Se a mistura estiver muito diluída (abaixo do recomendado pelo fabricante), o fluido perde sua capacidade de lubrificação e proteção anticorrosiva. O resultado é o desgaste acelerado das ferramentas de metal duro e o aparecimento de pontos de ferrugem nas peças e na própria máquina CNC.

  • O risco da alta concentração: Se estiver muito concentrado, há um desperdício financeiro óbvio. Além disso, o excesso de óleo pode causar fumaça, resíduos pegajosos nas máquinas e aumentar o risco de dermatites nos operadores.

A solução técnica: Utilize um refratômetro diariamente. Cada fluido solúvel possui um fator de correção (fator refratométrico). Manter a concentração no nível ideal (geralmente entre 5% e 10%, dependendo da operação) garante que você tenha a máxima refrigeração e lubrificação com o menor custo possível.

2. Gerencie o PH e a estabilidade biológica

O fluido solúvel é um ambiente vivo. Por ser composto por uma base de óleo diluída em água, ele é propenso ao desenvolvimento de bactérias e fungos, especialmente quando a máquina fica parada durante o final de semana. O famoso “cheiro de ovo podre” é o sinal final de que o fluido apodreceu.

No entanto, antes do cheiro aparecer, a acidez do fluido já começou a atacar sua produção.

  • Queda do ph: Um fluido saudável deve manter o pH entre 8.5 e 9.5. Quando bactérias começam a se proliferar, elas consomem os aditivos do óleo e liberam ácidos que baixam o pH.

  • Consequências: Além do odor desagradável, o pH baixo causa corrosão nas peças usinadas e irritação na pele dos colaboradores.

A solução técnica: Monitore o pH com fitas de medição ou medidores digitais. Escolha fluidos solúveis modernos, como os da linha Ecolub Química, que possuem bioestabilidade avançada e são isentos de substâncias nocivas, reduzindo a necessidade de adição frequente de biocidas e estendendo a vida útil do tanque.

3. Controle a contaminação por tramp oil (óleo estranho)

O tramp oil é aquele óleo lubrificante de barramento ou hidráulico que acaba vazando e caindo no tanque do fluido solúvel. Por ser um óleo diferente, ele não se mistura e acaba formando uma camada superficial sobre o solúvel.

Essa camada é perigosa por dois motivos:

  1. Sufocamento: Ela impede a oxigenação do fluido solúvel, criando o ambiente anaeróbico perfeito para as bactérias se multiplicarem.
  2. Perda de refrigeração: O óleo estranho “suja” a mistura, reduzindo a capacidade de troca térmica do fluido de corte no ponto de contato com a ferramenta.

A solução técnica: Utilize skimmers (removedores de óleo) em suas máquinas para retirar essa camada superficial continuamente.

Além disso, ao escolher os lubrificantes de barramento da Ecolub Química, você garante que, caso ocorra o vazamento, a separação seja mais fácil, mantendo o seu fluido solúvel limpo e eficiente por muito mais tempo.

 

Tabela: impacto da otimização no processo de usinagem

Problema comum Impacto na produção Solução com fluido de alta performance
Baixa refrigeração Deformação térmica da peça Fluidos sintéticos/semissintéticos de alto desempenho
Ferramenta quebrando Custo alto de reposição Aditivação de Extrema Pressão (EP) correta
Oxidação de peças Refugo e perda de material Inibidores de corrosão de longa duração
Trocas frequentes Parada de máquina e descarte Estabilidade biológica e controle de pH

 

Otimizar a usinagem vai muito além de comprar uma máquina nova ou uma ferramenta de última geração. Passa pelo cuidado diário com o fluido que garante que tudo funcione sem atrito e sem calor excessivo.

Ao seguir estas três dicas — controle de concentração, monitoramento de pH e remoção de óleos estranhos — sua indústria reduzirá o consumo de insumos e aumentará a qualidade do produto final.

A Ecolub Química oferece consultoria técnica especializada para ajudar sua empresa a implementar essas rotinas e escolher o fluido ideal para o tipo de metal (aço, alumínio, inox) e operação (torneamento, fresamento, retífica) que você realiza.

Como está a saúde do seu fluido solúvel hoje?

Fale com nossos especialistas e solicite uma análise técnica da sua solução de corte. Vamos juntos aumentar a vida útil das suas ferramentas e a eficiência da sua usinagem.

 

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